terça-feira, 23 de outubro de 2012

Equiparar a cartilha do Serra com o kit gay do Haddad é 'uma ofensa à inteligência', diz Malafaia

O pastor Silas Malafaia gravou  um vídeo para falar sobre a nova polêmica em relação aos candidatos à prefeitura de São Paulo, José Serra (PSDB) e Fernando Haddad (PT).

Diante das críticas que o candidato petista tem recebido de líderes evangélicos, a Folha de São Paulo noticiou que Serra, quando era governador do Estado, aprovou e assinou uma cartilha que seria discutida por professores sobre homofobia e discriminação.
O que a reportagem mostra é que a cartilha de Serra tinha o mesmo conteúdo que o chamado “kit gay”, projeto do MEC produzido na gestão de Haddad.
Malafaia diz o que concorda e o que não concorda dessa cartilha, distribuída apenas para professores, e também reafirma que o kit do MEC era na verdade uma forma de ensinar o homossexualismo para crianças.
Entre os pontos que o pastor discordou da cartilha de Serra está a definição de homossexualidade, ele como psicólogo por formação afirma que não há dados científicos que afirmem que uma pessoa já nasce homossexual. Já o ponto de concordância encontrado no material distribuído para professores está na informação a respeito da discriminação de qualquer pessoa, incluindo homossexuais.
 
 

domingo, 21 de outubro de 2012

Emenda Constitucional 62, o calote legalizado!

Precatórios, um assunto espinhoso que o Brasil leva empurrando com a barriga a dívida que tem com seus credores... É o calote legalizado.

 
A Emenda Constitucional do calote, a de n. 62/2009 veio criar muita dificuldade e uma barreira imensa contra o regular pagamento de precatórios.
A Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americano (OEA) esteve aqui no Brasil em janeiro de 2012, para apreciação da representação feita àquela Corte internacional por funcionários do município de Santo André (SP), contra o Estado brasileiro, por violação de Direitos Humanos. Tudo relacionado ao caso dos precatórios. Esse grupo de trabalhadores sustentou que há um descumprimento crônico por parte do Poder Público brasileiro das ordens judiciais que determinam a quitação de dívidas que o Estado tem para com muitas pessoas. 
 
Nessa visita, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos decidiu que, para efeitos de admissibilidade desta petição, não existem na legislação brasileira recursos judiciais efetivos e adequados para assegurar o pagamento dos precatórios devidos pelo Estado. Com base no anterior, a CIDH declara que se aplica à presente situação a exceção prevista no art. 46.2.a da Convenção Americana no relativo esgotamento dos recursos de jurisdição interna. Na etapa de mérito, a CIDH examinará se as causas e os efeitos da referida exceção configuram violações à Convenção Americana, particularmente de seus artigos 1.1 (Obrigação do Estado de respeitar os direitos humanos), 2 (Dever do Estado de adotar disposições de direito interno), 8 (Garantias judiciais - prazo razoável do processo), 21 25 (Proteção judicial-recurso simples rápido e efetivo)." (http://oab.jusbrasil.com.br/noticias/2994369/ophir-oea-julga-calote-dos-precatorios-como-violacao-aos-direitos-humanos).
 
 
A criação do novo regime imposto pela EC 62/09 relativo ao pagamento dos precatórios sujeita alguns casos ao retardamento além de 100 anos. Relator da ação, o ministro Carlos Ayres Britto já votou pela inconstitucionalidade da Emenda, mas o ministro Luiz Fux pediu vista.
 

sábado, 20 de outubro de 2012

Nova Bandeira do Brasil

 




Senhor, tende piedade de nós!
 
 
Senhor, tende piedade de nós!

Pelo Marcos Valério e o Banco Rural

Pela casa de praia do Sérgio Cabral

Pelo dia em que Lula usará o plural

Senhor, tende piedade de nós!

Pela jogada milionária do Lulinha com a Telemar

Pelo dia em que finalmente Dona Marisa vai falar

Senhor, tende piedade de nós!

Pela "queima de arquivo" do Toninho

(de Campinas) e Celso Daniel

Pela compra do dossiê no quarto de hotel

Pelos "hermanos compañeros" Evo, Chaves e Fidel

Senhor, tende piedade de nós!
Pela volta triunfal do "caçador de marajás"

Pelo Duda Mendonça e os paraísos fiscais

Pelo Galvão Bueno que ninguém agüenta mais

Senhor, tende piedade de nós!

Pela família Maluf e suas contas secretas

Pelo dólar na cueca e pela máfia da Loteca

Pela mãe do presidente Lula,única mulher que nasceu analfabeta

Senhor, tende piedade de nós!
Pela invejável "cultura" da Adriane Galisteu
Pelo "picolé de xuxu" (Alkmim) que esquentou e derreteu
Pela infinita bondade do comandante Zé Dirceu

Senhor, tende piedade de nós!
Pela eterna desculpa da "herança maldita"

Pelo "chefe" Lula abusar da birita

Pelo penteado da companheira Benedita

Senhor, tende piedade de nós!
Pela refinaria brasileira que hoje é boliviana

Pelo "compañero" Evo Morales que nos deu uma banana

Senhor, tende piedade de nós!
Senhor, tende piedade de nós!
Pelo Ali Babá e sua quadrilha

Pelo Zé Sarney e sua filha

Senhor, tende piedade de nós!
Para que possamos ter muita paciência

Para que o povo perca a inocência

E proteste contra essa indecência

Senhor, dai-nos a paz!
(Autor desconhecido)
 
Reproduzido do blog mellannyherman.blogspot.com.br

Porto Velho, 20 de outubro de 2012.

Sistema de cotas é medida antiigualitária


 
 
O tal programa de cotas, uma idéia imposta por falsos intelectuais e adotada pelo Governo brasileiro, é uma afronta ao verdadeiro princípio da igualdade, se os fatos forem encarados de forma honesta.
A questão não é impor cotas por "raças" (?), mas consiste em que o governo faça aquilo que deve ser feito em prol de TODOS os cidadãos, como deveria fazer na questão EDUCAÇÃO.
O sistema falido surge como resultado da sangria do Tesouro Nacional que é sistematicamente solapado pela corrupção generalizada.
Como esses governantes não querem propor um confronto direto com os meliantes do dinheiro público, inventou a mágica do sistema de cotas para enganar os incautos da sociedade brasileira por meio desse discurso fajuta.
O Estado deve e precisa investir mais no controle e combate aos ROUBOS praticados por aqueles que PILHAM os cofres do nosso País. Só assim, verdadeiramente,  pelo direcionamento correto de verbas públicas poderemos dar melhores condições a todos os brasileiros do acesso IGUALITÁRIO à educação.
O Brasil é um "elefante" patinando no gelo da maldita CORRUPÇÃO.

Caos no sistema de SAÚDE de Rondônia

 
Na enfermaria 6, da Ortopedia 2, no Hospital de Base, a paciente Jenny América, sem condições de andar, chorando e com saudade da pequena filha, com idade de um ano e sete meses, desabafa: "eu quero ir embora daqui... já não aguento mais..." (http://www.youtube.com/watch?v=OE5PKPPLZN0).
Ela está com grave fratura óssea, no fêmur e no ílio (bacia), resultado de acidente ocorrido no município de Guajará-Mirim, na data de 22/09/2012, dia em que deu entrada no hospital João Paulo II, lugar que está sendo chamado por populares de "açougue humano".
Só quem já fez visitas ao local entende o porquê do uso dessa expressão. Naquele lugar não se constata o real cuidado e zelo por vidas humanas.
No caso de Jenny, ela foi transferida para o Hospital de Base um dia após ter ido parar no JP II, isto porque o seu grave quadro clínico requeria que assim fosse feito.
Desde que Jenny deu entrada no Hospital de Base até a data de hoje, 19/10/2012, praticamente um mês após o acidente, nada foi feito para a realização do procedimento cirurgico. A alegação da equipe médica é de que "não compraram os equipamentos cirúrgicos" e "faltam leitos" para que possam fazer o atendimento aos pacientes.
Esse quadro é um dentre tantos outros que estão ocorrendo na capital de Rondônia, Porto Velho, basta andar pelos hospitais, abarrotados de cidadãos residentes locais e de vários outros municípios, que ficam desassistidos de maiores e melhores cuidados.
Essa agressão à dignidade da pessoa humana, princípio protegido pelo Constituinte brasileiro e também homologado em Pacto Internacional pelo Brasil, pode ser resultado da INOPERÂNCIA, INAPTIDÃO, CORRUPÇÃO OU FRAQUEZA das autoridades públicas que tem o dever de bem gerir esse segmento das ações do governo estadual.
Temos aqui um dos tantos casos de pessoas vítimas da ausência estatal e que esperarm nas fileiras do descaso, o apareciimento de uma vaga na agenda furada dos médicos, a realização de uma cirurgia, que deixa de acontecer pela falta de seriedade na condução dos serviços prestados ao nosso povo.
Questionamentos necessários:
Onde está o financeiro do Estado para aquisição desses materiais cirúrgico-hospitalares?
Se não houve licitação para a compra desse material, quem deixou de fazê-la em tempo hábil?
E por faltar licitação, a exposição da vida humana, um bem maior, pode ser entregue à morte lenta? Quem são os responsáveis, chefes ou diretores das equipes que deveriam fazer tais aquisições?
O Secretário de Estado da Saúde tem repassado as verbas necessárias a tais aquisições?
Por que o senhor Governador ainda não adotou as providências necessárias para a solução do caos na Saúde de Rondônia?
Veja também matéria publicada no Jornal Mídia Eletrônica, pelo link: http://www.midiaextra.com.br/

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

GABARITO DO EXAME DA OAB - ESQUEMA PARA REPROVAÇÃO EM MASSA

Exame de ordem: PASMEM:

 
Denúncia anônima de um Membro do Conselho Federal da OAB Publicado em 29/12/2010 por Inacio Vacchiano.

Recebi a presente denúncia anônima por meio de um dos comentários ao nosso sitio.


COMO FUNCIONA O ESQUEMA DE APROVAÇÃO NO EXAME DE ORDEM. O que muita gente não sabe sobre o exame de ordem, pois bem, sou membro e advogado do Conselho Federal e resolvi relatar aqui algumas verdades vez que ando indignado com essa confusão toda em torno do exame de ordem.

Uma breve abordagem histórica antes:
Na história antiga os poderes concentrados começam a se destruir internamente, porque seus líderes de maneira arbitrária começam a praticar atos muito contrários a legalidade, desta forma, as próprias pessoas que compõem o poder se rebelam fazendo com que seus líderes sejam destruídos.
Resumidamente para reforçar o que escrevo, aconselho aos senhores assistirem ao filme operação Walquiria e verão o tanto que o abuso de poder incomoda até mesmo os que delem fazem parte.
A Realidade:
Diante do alegado acima descrito, me apresentarei como uma pessoa rebelada e muito revoltada diante de tal situação criada pelo então Presidente Ophir Cavalcante, um homem que até pouco tempo atrás eu tinha muito respeito.
O que não se sabe é que, o Exame de Ordem tem o único objetivo de criar uma reserva de mercado, as estatísticas de aprovação se dão da seguinte
forma:
1ª fase: O índice de aprovação não pode superar 60%, as vezes o próprio Conselho fixa um número X de porcentagem de aprovados, ou melhor esclarecendo, as bancas nunca analisam profundamente nenhum recurso, os referidos recursos interpostos na 1ª fase são analisados da seguinte
maneira:
Calcula – se o número de aprovados na 1ª fase, verifica-se se esse número atingiu ou não entre 50% ou 60%, se não atingiu então a OAB resolve da seguinte maneira: verifica-se quem fez 49 pontos e faz um calculo com cada questão, ou seja quem fez 49 pontos e se a questão anulada for a de numero
13 e atingir entre 50% e 60% daremos por encerrado as anulações.
Na mesma esteira, anulando a referida questão e não se conseguiu atingir o número de porcentagem determinada pela OAB para aquele exame de ordem, então anula-se mais uma questão até atingir a porcentagem determinada.
Observa-se que a OAB determina um prazo curto da divulgação do resultado da 1ª fase, tipo de 6 a 8 dias para não dar tempo de um examinando entrar na justiça e conseguir via mandado de segurança o direito de poder estar na 2ª fase.
Isso é feito de propósito, é tudo planejado, bem calculado, sabemos que o Judiciário está empilhado de processos e não julgará qualquer medida judicial em tempo hábil.
Já na segunda fase é diferente, o índice de aprovação não pode ser superior a 15%, e o gabarito só é divulgado no dia do resultado, ficam em média 3 gabaritos guardados a 7 chaves sendo comparado com as notas dos alunos que são aprovados, alterado na surdina caso haja aprovação alta, sendo estes um gabarito normal, um médio e um difícil e utiliza-se um ou outro dependendo do número de aprovados. Diante disso os recursos são analisados da seguinte maneira: Analisa-se primeiro quem fez 5,99 em ordem decrescente, se a banca tiver analisando até aqueles que fizeram 5,50 e entre essas notas esses aprovados atingirem 15% de aprovação, o assunto estará encerrado.
Existem casos que até quem está incluído entre essas notas de correção fique reprovado, isso é porque não é pra dar muito na cara, portanto, quem fizer 5,0 as chances de ter seu recurso analisado a fundo serão mínimas, pode até ser que haja uma melhora na correção, mas, dificilmente aprovação.
Entretanto, espero poder ter contribuído com vocês, infelizmente não posso me identificar, asseguro a vocês, se não for por determinação judicial para cancelar o exame de ordem ou anular a prova da 2ª fase, as recorreções não terão êxitos, diante dessa alegação o próprio STF já se posicionou no sentido de que o Judiciário não tem competência para corrigir prova de concurso, somente a banca realizadora assim tem, sendo assim, a referida banca pode até recorrigir, mas as pessoas continuarão prejudicadas.
Grato com tudo e espero ter contribuído.
Atenciosamente
Membro do Conselho Federal anônimo.
DIANTE OS MILHARES DE EMAILS QUE RECEBEMOS, QUE ESSE SIRVA DE ESPELHO ENTRE TANTOS, MAS NÃO SE SURPREENDAM COM A RESPOSTA DA OAB.
Prezado Sr. Willyan Johnes,
Tenho acompanhado sua luta na representação dos bacharéis em Direito, com relação à extinção do Exame de Ordem, luta essa que faço questão de fazer parte, pois também sou vítima desta injustiça social, pela situação que passo a descrever a seguir:
Eu e meu marido nos formamos em Direito em 1998 no Rio de Janeiro e, como tínhamos uma empresa no ramo da educação (escola de idiomas), não pudemos atuar e não prestamos o Exame de Ordem, por um longo tempo.
Acontece que, ao final do ano de 2009, nossa empresa faliu e tivemos que recorrer a nossa formação acadêmica, para o nosso próprio sustento e de nossos 2 filhos.
Conseguimos trabalho em Curitiba/PR, onde começamos a trabalhar como empregados, já que não tínhamos habilitação profissional e éramos “apenas” bacharéis em Direito. Meu marido conseguiu ser registrado em carteira, como “Auxiliar Jurídico”, com salário de 1 (um) salário mínimo e eu, em um escritório de advocacia, sem salário fixo, na dependência do pagamento dos honorários advocatícios dos processos em que tenho participação, pelos quais recebia apenas uma pequena porcentagem.
Submetemo-nos ao Exame de Ordem e, como era de se esperar, face às dificuldades do "certame”, não passamos.
Em 08/07/2011, meu marido sofreu um AVC severo, que o deixou com sequelas graves (usa cadeira de rodas para locomoção e não tem nenhum movimento no braço esquerdo. Sua visão também foi afetada, ficando parcialmente cego do olho esquerdo, além de outras sequelas).
Em 15/07/2011- dois dias antes da prova, pela qual estávamos devidamente inscritos, me dirigi à OAB/PR e protocolei um requerimento, solicitando a devolução das taxas de inscrição minha e de meu marido, já que estávamos impossibilitados em prestar o exame (IV Exame de Ordem Unificado) que seria realizado em 17/07/2011: Meu marido estava na UTI, em estado grave e eu estava sob efeito de tranquilizantes, acompanhando-o no hospital, ambos, portanto, sem nenhuma condição de fazer a dita prova.
Pois bem, o tempo passou e vários foram os telefonemas e e-mails enviados à Seccional do Paraná, que, por sua vez, encaminhava o caso para ser resolvido pelo Conselho Federal da OAB em Brasília, numa angustiante espera, até que, em 31/05/2012 (quase um ano depois), recebi um e-mail do Conselho Federal (documento anexo), negando o meu pedido, sob a alegação de que (litteris) “... o edital de abertura do IV Exame de Ordem Unificado, em seu item 2.4.7, afirma que “ uma vez paga, a taxa de inscrição não será devolvida sob nenhuma hipótese.”...”
Sinto-me ultrajada, indignada e totalmente lesada com tal atitude de um órgão de classe que, em total hipocrisia, se diz estar “em defesa do cidadão”. Se assim for, como ficamos eu e meu marido, nessa história toda? Qual a razão de tamanho desrespeito e indiferença?
Pregam não haver lucro com o Exame de Ordem. Mas, tratando-se de míseros R$ 400,00 (para eles, isso não é nada, mas para mim e minha família, na atual situação financeira que atravessamos, é muito), qual a razão da recusa da devolução deste valor???
Confesso que me sinto humilhada com todo o ocorrido, pois tenho que trabalhar para sustentar minha família, mas sinto-me totalmente impotente, tendo que tomar conta de meu marido que está inválido e também de meu pai de 87 anos que, por ironia do destino, também sofreu um AVC no último dia 15/06/2012, estando os dois sob os meus cuidados. Classifico esse episódio triste de minha vida como um deprimente e típico ESTADO DE NECESSIDADE.
Vivendo em uma sociedade perversa, onde a idade é fator relevante para a obtenção de emprego, sentimo-nos excluídos do mercado de trabalho, já que conto hoje com 51 anos de idade e meu marido, 56 (com o agravante da invalidez).
Não fosse esse incoerente Exame de Ordem, eu poderia estar trabalhando em casa, através do Processo Eletrônico (no qual tenho experiência, pelo trabalho de “Auxiliar Jurídico”), o que me possibilitaria uma renda para ajudar nas despesas da casa e com os demais custos com a saúde (medicamentos caríssimos), que definitivamente não têm sido poucos, face aos acontecimentos descritos.
Atualmente, estamos sobrevivendo com a aposentadoria de meu pai e com o auxílio-doença que meu marido recebe, sendo os dois benefícios em valores muito baixos e insuficientes para o pagamento de todas as nossas despesas. Por esta razão, somos obrigados a contar com a ajuda de parentes.
Tudo o que aconteceu foi alheio a nossa vontade, portanto, caso de Força Maior.
Cabe-nos afirmar, com plena convicção, que fomos lesados em dano material e moral em nosso direito “líquido e certo”, pelo que esperamos ser reparados, por uma questão de JUSTIÇA, através de indenização que seja capaz de suprir todo o transtorno e humilhação a nós causados.
Procurei alguns advogados aqui em Curitiba, para entrar com uma ação judicial contra a OAB- Conselho Federal, mas, infelizmente, nenhum deles aceitou pegar a nossa causa, nem mesmo o advogado com quem eu estava trabalhando.
Sei que eu mesmo poderia entrar com essa ação, mas não quero perder tempo, pois tenho plena certeza de que a OAB iria entrar com todos os recursos possíveis e então seria necessário alguém habilitado para tal (advogado), já que nós, bacharéis, não somos absolutamente nada.
Preciso de um advogado aqui de Curitiba, que se interesse por nossa causa. Como estou aqui há pouco tempo, conheço poucos. Você conhece algum que possa nos ajudar?
Temos em nosso poder toda a documentação que comprova os fatos que foram aqui dissertados.
Aproveito para informar que estamos juntos com você nesta luta. Pode contar conosco no que for necessário. Temos uma grande admiração por você e seu trabalho.
Atenciosamente,
Rita de Cassia Martins Gomes de Lima
Lineu Fagundes de Lima
RESPOSTA DA OAB EM ARQUIVO.
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sábado, 11 de agosto de 2012

Ainda há pessoas que insistem em querer fazer o bem...

Em tempo de campanha eleitoral tem muita gente arrotando peru, mas comeu frango.
É a mescla de malcaritismo e cinismo anteriores à diplomação à função política, em algum dos entes do Estado federal.
Todavia, apesar dessa onda "cínica-malcaratista", caminho feliz em saber que posso contar com pessoas sinceras e verdadeiras e que ainda acreditam e seguem caminhando por idéias e ideais superiores à famigerada fome do ouro.
Tenho a oportunidade maravilhosa de ver pessoas aproximando-se da candidatura Wagner Pedraza sem qualquer interesse remuneratório, apenas pela vontade de trabalhar um nome com o fim exclusivo de poder participar de algo diferente e almejado por todos.
A qualidade de vida exterior não pode ser alterada sem que se alterem esses quadros interiores e que afetam visceralmente a condição externa de cada eleitor.
Que bom saber que posso contar com o apoio e a colaboração de pessoas de bem e que ainda crêem que algo melhor poderá ser feito em prol do bem comum da nossa comunidade que integra a população da nossa querida Porto Velho.